A dor de perder uma mãe não passa rápido — mas pode ser sustentada pela presença de Deus . Perder uma mãe não é uma dor comum. É uma ruptura profunda. É como se uma parte da nossa história tivesse sido arrancada. E, por mais que saibamos que esse dia vai chegar, quando chega... nunca estamos preparadas. Quando a ausência se torna real Nos primeiros dias, após sua partida, tudo parecia estranho. O mais estranho é que eu sabia que esse dia chegaria, mas, quando chegou, demorei a acreditar. Hoje, o telefone não toca mais. Minha rotina mudou. O silêncio pesa. E a pergunta surge, inevitável: “Como eu vou viver sem ela?” Não existe resposta fácil para isso. A dor que ninguém consegue explicar Só quem perdeu a mãe entende. Não é apenas saudade. É uma mistura de: vazio Lembranças constantes. Vontade de voltar no tempo e uma dor que aparece sem avisar. E não adianta tentar ser forte o tempo todo. O luto não funciona assim. Pensei que poderia fugir da dor. Pensei que, ao ver o s...
Todas as vezes que dizemos “sim” por medo da rejeição, acreditamos que nossa paz vale menos que a aprovação dos outros.
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Quantas vezes,apenas para agradar alguém, sentimos aquele nó no estômago logo após dizer um "sim"?
- É um compromisso sem propósito.
- Uma tarefa que não nos pertence.
- Um evento para o qual não temos energia…
E vamos nós, sobrecarregadas, porque não conseguimos pronunciar uma palavra de apenas três letras: não.
Você já percebeu que nós, mulheres, tendemos a sofrer com a "síndrome da boazinha"?
Esse comportamento é tão real e presente em nossas vidas que, não é à toa que, pelo menos, duas grandes escritoras abordam esse tema em seus livros.
Um deles foi o da psicóloga Drª Marriet B. Braiker, com o título "A Síndrome da Boazinha", onde ela descreve muito bem de onde surge esse medo extremo de rejeição que nos torna incapazes de estabelecer limites.
Outro livro com a mesma linha de abordagem é da escritora Elle Kennedy, chamado Síndrome da boa garota.
Sem falar na quantidade de publicações que encontramos na internet.
Você já percebeu que nós, mulheres, tendemos a sofrer com a "síndrome da boazinha"?
Esse comportamento é tão real e presente em nossas vidas que, não é à toa que, pelo menos, duas grandes escritoras abordam esse tema em seus livros.
Um deles foi o da psicóloga Drª Marriet B. Braiker, com o título "A Síndrome da Boazinha", onde ela descreve muito bem de onde surge esse medo extremo de rejeição que nos torna incapazes de estabelecer limites.
Outro livro com a mesma linha de abordagem é da escritora Elle Kennedy, chamado Síndrome da boa garota.
Sem falar na quantidade de publicações que encontramos na internet.
Por que será que temos essa dificuldade de dizer "não"?
Carregamos tarefas desnecessárias apenas para sermos aceitas, o que nos torna sobrecarregadas.
O peso do "não" para a mulher cristã
Quando somos cristãs, esse medo se torna um peso maior, porque, mesmo inconscientemente, associamos o "não" ao egoísmo ou à falta de amor ao próximo.Fomos ensinadas a servir, certo?
Aí reside o perigo: quando dizemos "não", a velha culpa nos persegue.
Pensamos: "Uma boa cristã deve estar sempre disponível". Mas será mesmo?
A Palavra de Deus é muito prática quanto a isso em Mateus 5:37:
Aí reside o perigo: quando dizemos "não", a velha culpa nos persegue.
Pensamos: "Uma boa cristã deve estar sempre disponível". Mas será mesmo?
A Palavra de Deus é muito prática quanto a isso em Mateus 5:37:
Seja o seu ‘sim’, ‘sim’, e o seu ‘não’, ‘não’; o que passar disso vem do Maligno.Deus não nos pede piruetas emocionais ou "sims" carregados de ressentimento.
O que ultrapassa a verdade do nosso coração gera desgaste e rouba a nossa paz.
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O "Sim" e o "Não" com propósito
A maturidade cristã nos traz uma clareza libertadora: um "sim" dado por constrangimento ou pressão não agrada ao Senhor.A Bíblia diz que Deus ama quem dá com alegria, e isso se aplica plenamente ao nosso tempo.
Servir a Deus deve ser um ato de gratidão, não uma escravidão para obter a aprovação alheia.
Quando vivemos para agradar a todos, deixamos de ser servas de Cristo e nos tornamos escravas das expectativas dos outros..
E, convenhamos, "os outros" são um senhor muito cruel para se servir, e nós não merecemos passar por isso.
Temos o Senhor Jesus, que nos ama e quer o nosso bem, lembra?
O exemplo do Mestre: Jesus impunha limites
Olhe para Jesus. Ele é o nosso maior exemplo de amor, mas também de limites.Ele não curou todos os enfermos de uma vez, nem atendeu a todos os pedidos.
Em Marcos 1:35-38, vemos que, após um dia intenso de curas, a multidão o procurava desesperadamente.
O que Jesus fez? Ele retirou-se para um lugar solitário para orar.
Quando os discípulos finalmente o encontraram e disseram:
"Todos estão te procurando!",
Jesus respondeu:
Vamos a outros lugares, para que eu pregue. Foi para isso que vim.Nessa passagem, aprendemos que Jesus disse não à expectativa daquela multidão para dizer sim ao Seu propósito maior em outras aldeias.
Ele não se deixou levar pela "urgência" alheia, mas pela direção do Pai.
Primeiro:
Do rascunho para a vida prática: o que fazer para deixar de ser escrava do 'sim'
Precisamos mudar de atitude hoje. Nada de deixar para amanhã:Primeiro:
Antes de responder "sim" vamos avaliar a motivação:
"Estou dizendo sim por amor ou por medo de ser rejeitada?"
Segundo:
"Estou dizendo sim por amor ou por medo de ser rejeitada?"
Segundo:
Avaliemos se temos tempo.
Pensamos que não, mas o nosso tempo é um recurso que Deus nos deu para gerenciar, e não devemos gastá-lo com o que não é nosso chamado.
Terceiro:
Se Jesus precisou de momentos de retirada para orar e se reabastecer, por que achamos que daríamos conta de tudo sem parar?
Pensamos que não, mas o nosso tempo é um recurso que Deus nos deu para gerenciar, e não devemos gastá-lo com o que não é nosso chamado.
Terceiro:
Se Jesus precisou de momentos de retirada para orar e se reabastecer, por que achamos que daríamos conta de tudo sem parar?
Um convite à leveza
Pela graça de Deus, nosso Senhor Jesus Cristo, a maturidade me fez refletir, e aprendi a dizer "não" para demandas sem propósito, apenas para agradar os outros.Antes tarde do que nunca. 🕓
Vamos dizer um "sim" sagrado à nossa saúde mental e às prioridades que Deus realmente colocou em nossas mãos.
Deus nos ama pelo que somos Nele, e não pela quantidade de tarefas que conseguimos acumular na agenda.
Vamos dizer um "sim" sagrado à nossa saúde mental e às prioridades que Deus realmente colocou em nossas mãos.
Deus nos ama pelo que somos Nele, e não pela quantidade de tarefas que conseguimos acumular na agenda.
Meditemos na Palavra de Deus:
“Ensina-nos a contar os nossos dias para alcançarmos coração sábio.”Se este texto falou com você, compartilhe com uma amiga que quer aprender a dizer sim, com propósito.Um abraço fraterno.
— Salmo 90:12
Deus te abençoe!
Com carinho,
Vânia Mayre
🌼🌼🌼
A minha alma descansa somente em Deus; dEle vem a minha salvação.
(Salmos 62:1)



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