O dia em que percebi o tempo A maturidade me tornou mais reflexiva e sensível. Em determinado momento, fiz um balanço de tudo o que vivi e acabei mergulhando em uma crise emocional . Percebi que não valorizei o tempo como deveria. Ele passou num piscar de olhos enquanto eu acreditava que ainda havia muito pela frente. Foi tudo tão rápido que mal percebi sua passagem. Foto: Arquivo pessoal E, como sabemos, o tempo é limitado. Num instante, ele se vai para nunca mais voltar. Chegar a esse entendimento me assustou e foi por isso que entrei nessa crise emocional. O que eu deveria ter priorizado Perto dos 62 anos, vejo que muitas coisas importantes ficaram para depois. Se pudesse voltar, teria buscado mais a DEUS , estudado a Bíblia com maior profundidade e procurado viver seus ensinamentos de maneira verdadeira, porque não basta apenas ler ou frequentar a igreja. A vida espiritual exige decisão, propósito e compromisso. A própria Bíblia ensina: “Bu...
Recomeçando, depois dos 50? É cansativo, mas não desanime.
Esse negócio de estar sempre recomeçando é cansativo, não é mesmo? Você sabe que estou aprendendo uma nova profissão.
Se, por um lado é bom, porque você sai da zona de conforto e desenvolve os neurônios, por outro, tem hora que é cansativo e chega a desanimar.
Porque é inevitável deixar projetos inacabados pelo caminho.
Mas, vamos focar nos pontos positivos. Veja o que aconteceu comigo:
Depois que deixei de trabalhar com costuras, tenho de sobra, um monte de retalhos de tecidos, linhas, agulhas e botões.
E, essas sobras, além de ocupar espaço em minha casa, me lembram o quanto de tempo e dinheiro desperdicei na vida.
Embora, nem tudo é perdido. Eu ainda posso aproveitar essas sobras, quando costuro minhas roupas e de minha filha.
Além do mais, esse tempo que passei me dedicando às costuras também foram importantes. Porque, de certo modo, me rendeu dinheiro, num momento difícil.
Além do quê, eu passei a estudar. Os estudos me incluíram no mundo digital. O que ajudou a liberar minha criatividade e a desenvolver minhas roupas. E, isso é libertador.
Mas, cá com meus botões, me arrependo de ter não ter continuado meus estudos. Eu bem que poderia ser uma professora de designer, por exemplo.
Mas, DEUS sabe de todas as coisas. E DEUS nos conhece mais do que nós mesmas nos conhecemos.
Tenho certeza que não teria estrutura para ser uma professora. Eu precisaria viajar, participar de congressos e lidar com muita gente.
DEUS sabe que minha realidade não é essa. Por isso, foi melhor ficar do jeito que está.
Por um ano, tentei uma segunda graduação. Eu até que me saí bem.
Dessa vez, arrisquei o curso de Farmácia. Mais, também não deu certo. E pelos mesmos motivos que não daria certo eu ser professora.
Ou, pensando bem, não daria certo para mim, ser nada, em nenhuma profissão.
Porque, no fim das contas, eu nasci mesmo foi para ser mãe e dona de casa.
E, depois que tive covid, tudo passou a ficar muito nebuloso em minha mente.
Passei uns tempos parada. Sem esperança. Achando que havia chegado no fim da linha.
Foi aí, que tive a ideia de recomeçar o blog. Depois, meu filho me incentivou a estudar web design e, agora entrei nessa onda de querer trabalhar na internet.
Mas, como tudo nessa vida, tem sempre os prós e o contras, por causa estudos, que são muito puxados, tenho deixado o blog de lado.
E não é sempre que estou otimista. Pensamentos negativos me atrapalham.
Às vezes, penso que meu tempo já passou. Que não tenho condições de aprender mais nada nessa vida. Que é melhor desistir de tudo.
E, como já disse, principalmente depois que tive covid, não sou mais a mesma.
Antigamente, quando ia à cidade, amava andar pelas lojas de tecidos e aviamentos.
Por mim, compraria todos os tecidos. Eu achava tudo lindo e me imaginava cortando, costurando e me vestindo com aquelas preciosidades.
Depois, aproveitava a ida à cidade e entrava nas lojas de cosméticos e produtos para cabelos. Eu me divertia, andando pelos corredores dessas lojas. Era meu momento de laser.
Eu sentia os aromas dos xampus. As cores vibrantes das embalagens eram uma festa para meus olhos.
Já hoje, não acontece o mesmo. Nada me agrada. Vejo tudo simples demais, comum demais. Feio mesmo.
É desânimo total. É horrível se sentir assim. As cores, os cheiros e as texturas ficam sem graça. Parece que tudo é a mesma coisa. Não existe mais nada interessante.
Espero sair dessa apatia, em breve. Pois, apesar de tudo, ao fazer um balanço de minha vida, só tenho o que agradecer a DEUS, por tudo, enfim.
No fim das contas, tudo o que precisamos nessa vida. De verdade. É aprender a sermos gratas a DEUS.
Um abraço. Fica com DEUS e até breve.
Embora, nem tudo é perdido. Eu ainda posso aproveitar essas sobras, quando costuro minhas roupas e de minha filha.
Além do mais, esse tempo que passei me dedicando às costuras também foram importantes. Porque, de certo modo, me rendeu dinheiro, num momento difícil.
Além do quê, eu passei a estudar. Os estudos me incluíram no mundo digital. O que ajudou a liberar minha criatividade e a desenvolver minhas roupas. E, isso é libertador.
Mas, cá com meus botões, me arrependo de ter não ter continuado meus estudos. Eu bem que poderia ser uma professora de designer, por exemplo.
Mas, DEUS sabe de todas as coisas. E DEUS nos conhece mais do que nós mesmas nos conhecemos.
Tenho certeza que não teria estrutura para ser uma professora. Eu precisaria viajar, participar de congressos e lidar com muita gente.
DEUS sabe que minha realidade não é essa. Por isso, foi melhor ficar do jeito que está.
Por um ano, tentei uma segunda graduação. Eu até que me saí bem.
Dessa vez, arrisquei o curso de Farmácia. Mais, também não deu certo. E pelos mesmos motivos que não daria certo eu ser professora.
Ou, pensando bem, não daria certo para mim, ser nada, em nenhuma profissão.
Porque, no fim das contas, eu nasci mesmo foi para ser mãe e dona de casa.
E, depois que tive covid, tudo passou a ficar muito nebuloso em minha mente.
Passei uns tempos parada. Sem esperança. Achando que havia chegado no fim da linha.
Foi aí, que tive a ideia de recomeçar o blog. Depois, meu filho me incentivou a estudar web design e, agora entrei nessa onda de querer trabalhar na internet.
Mas, como tudo nessa vida, tem sempre os prós e o contras, por causa estudos, que são muito puxados, tenho deixado o blog de lado.
E não é sempre que estou otimista. Pensamentos negativos me atrapalham.
Às vezes, penso que meu tempo já passou. Que não tenho condições de aprender mais nada nessa vida. Que é melhor desistir de tudo.
E, como já disse, principalmente depois que tive covid, não sou mais a mesma.
Antigamente, quando ia à cidade, amava andar pelas lojas de tecidos e aviamentos.
Por mim, compraria todos os tecidos. Eu achava tudo lindo e me imaginava cortando, costurando e me vestindo com aquelas preciosidades.
Depois, aproveitava a ida à cidade e entrava nas lojas de cosméticos e produtos para cabelos. Eu me divertia, andando pelos corredores dessas lojas. Era meu momento de laser.
Eu sentia os aromas dos xampus. As cores vibrantes das embalagens eram uma festa para meus olhos.
Já hoje, não acontece o mesmo. Nada me agrada. Vejo tudo simples demais, comum demais. Feio mesmo.
É desânimo total. É horrível se sentir assim. As cores, os cheiros e as texturas ficam sem graça. Parece que tudo é a mesma coisa. Não existe mais nada interessante.
Espero sair dessa apatia, em breve. Pois, apesar de tudo, ao fazer um balanço de minha vida, só tenho o que agradecer a DEUS, por tudo, enfim.
No fim das contas, tudo o que precisamos nessa vida. De verdade. É aprender a sermos gratas a DEUS.
Um abraço. Fica com DEUS e até breve.
Deixo um versículo para sua meditação:
Porque sou Eu que conheço os planos que tenho para vocês', diz o Senhor, 'planos de fazê-los prosperar e não de causar dano, planos de dar a vocês esperança e um futuro.
Jeremias 29:11

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